Do alto pedestal miro de olhos lânguidos o túnel
Nevoado com suave calmaria
Brisa azul, bem azul de sabão em pó, que se comprava antigamente,
E os ratos com carrancas humanas passam por ele
Num vai e vem quase metropolitano no horário das dezoito horas,
Esses ratos com distorções humanas
Levar-me-ão como santo,
Em dias de romaria de cidade do interior,
Até a porta principal
Ornada com flores de lobeira e juá.
-Ratos com suas carantonhas
E cheiro de esperança, donos de certezas submissas,
(Meus lábios sorriem)
Leve-me em corpo, matéria...
É o mínimo que podem fazer depois que
Mantive a calma dos monges
O tormento dos mentirosos,
Mantive a desventura da prostituta católica
E fracasso do garanhão imaculado,
Mantive profunda mágoa dos pensamentos sempre férteis e pouco aproveitados,
Solidão, fome, dias passando arrastados,
Mantive...
Observe, olhe o quanto estou no alto,
Perceba a virtude da escolha
Que não serão capazes de possuir,
(Meus olhos se emocionam)
Vejam quão nobre é o vinho
Oferecido por aquele que na purificação encontrou a escolha,
Esse que por vontade própria
Ou circunstância foi relegado
De suas ambições herdando um bem maior,
Não se pode simplesmente viver.
Não é fraqueza, covardia...
(minhas pernas tremem)
Covardes são os ratos de carrancas humanas que vivem em
Comunidade, bebem, progridem, drogam-se,
Gozam e sobem escadas, degrau a meio degrau,
À custa da caridade alheia!
E o que chamarão de fraqueza
(eu tento, não é desespero... agonia... Os pulmões sem ar)
É redenção
É nuvem chumbo livre no céu
É cantar de pardais no raiar do dia insistente
É folguedo de garis no último instante de madrugada
Beijo de não posso ficar!
Beijo de paixão ardente, profunda identificação!
Ás ratazanas surreais do cotidiano:
Não se culpem, nem lamentem,
(já não sou nem sombra, quem dirá dor, sem saliva ou sangue)
Discuta o assunto em rodas silenciosas à boca pequena
Disfarcem o pasmo
Deixem alguns comentários frescos
Para alegrar o dia seguinte.
-Contribuí num ato puramente artístico
Fotografia para as memórias simplistas e
Um tanto quanto patéticas.
Parvovirose mata!
O sangue vermelho, vermelho de cabeça de palito de fósforo Fiat Lux,
Não viram, ninguém viu,
Mas é puro
Pura é a escolha
A escolha dos que dizem adeus
E para os ratos de feições humanas
Que vivem suas vidas em trampolim de
Laboratório
Ergo vibrante brinde!
Levantem as taças senhores!
Enfim...
Túnel fétido de suas vidas...
Os pajens...
A porta principal...
Lobeira e Juá da infância
Alívio
Amanhã?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Messias
Alma não tem cor
Alma não tem cheiro
Alma não tem sexo
Alma não tem nada!
E o que importa a marca do uísque barato
Ou as formas que meu corpo toma?
E o que importa a marginalidade
Ou as formas que meu corpo toma?
De nada valeria dizer
Deita-te comigo e faça me gozar
Se levasse em consideração todas essas formas uniformes.
As tais formas curvas cobertas do mesmo pano,
Pano sempre desse vagabundo e que é espalhado
Pelo mundo
Pelo mundo e pelo seu corpo sem formas, com estampas
Ridicularizadas pela massa passageira.
Em uma grande metrópole, um beco sujo, lamacento,
Mal cheirando a chiqueiro mais imundo, penumbra...
As formas tomam proporção de esporo de gozada sem igual!
Ali as madames esquecem seus siameses e persas no microondas
Os pais de família de seus horários comerciais sempre cronômetrados
Os engraxates, as putas, os veados, os velhos... Todos esquecem.
E aquela virgem estuprada, rasgada, acolhida em poça de indignidade, por um segundo que seja, se sente mulher... Desejo, todo curvas.
Alma não tem cor
Alma não tem cheiro
Alma não tem sexo
Alma não tem nada!
As curvas feitas de dúvidas
É sempre observada por olhos de cobiça
Só depois... Curiosidade!
E não importa por quem a forma, forma é forma.
Sinto,
Certidão de nascimento nada tem a ver com o propósito
Passar em concurso
Usar terno e gravata
Constituir família
Fazer cruzeiros
Faz parte do propósito.
Do propósito,
Não da natureza.
Prefiro a dúvida do olhar preciso do coiote até o gotejar quente de saliva e suor
Que a sensação patética e fracassada da ejaculação precoce
De todas as famílias e pessoas politicamente corretas, retas!
Não pensar em limites é transgredir
E transgredir é libertar-se.
Essa é a bíblia sagrada
A liberdade das formas
Dos corpos
Das palavras
Dos panos
Dos odores
Dos vícios
Divulguemos, colemos cartazes, faixas, anuncio em latas de coca-cola
E embalagens de cereais...
O messias voltou!
Puro caminho de curvas carnais
Perfume doce, olhos pintados, indefinido, vícios de todos os gostos...
Sim, ele será devolvido a cruz por sua condição!
Mas antes deixara seus escritos a punho...
A alma não tem cor
A alma não tem cheiro
A alma não tem sexo
A alma não tem nada!
Alma não tem cheiro
Alma não tem sexo
Alma não tem nada!
E o que importa a marca do uísque barato
Ou as formas que meu corpo toma?
E o que importa a marginalidade
Ou as formas que meu corpo toma?
De nada valeria dizer
Deita-te comigo e faça me gozar
Se levasse em consideração todas essas formas uniformes.
As tais formas curvas cobertas do mesmo pano,
Pano sempre desse vagabundo e que é espalhado
Pelo mundo
Pelo mundo e pelo seu corpo sem formas, com estampas
Ridicularizadas pela massa passageira.
Em uma grande metrópole, um beco sujo, lamacento,
Mal cheirando a chiqueiro mais imundo, penumbra...
As formas tomam proporção de esporo de gozada sem igual!
Ali as madames esquecem seus siameses e persas no microondas
Os pais de família de seus horários comerciais sempre cronômetrados
Os engraxates, as putas, os veados, os velhos... Todos esquecem.
E aquela virgem estuprada, rasgada, acolhida em poça de indignidade, por um segundo que seja, se sente mulher... Desejo, todo curvas.
Alma não tem cor
Alma não tem cheiro
Alma não tem sexo
Alma não tem nada!
As curvas feitas de dúvidas
É sempre observada por olhos de cobiça
Só depois... Curiosidade!
E não importa por quem a forma, forma é forma.
Sinto,
Certidão de nascimento nada tem a ver com o propósito
Passar em concurso
Usar terno e gravata
Constituir família
Fazer cruzeiros
Faz parte do propósito.
Do propósito,
Não da natureza.
Prefiro a dúvida do olhar preciso do coiote até o gotejar quente de saliva e suor
Que a sensação patética e fracassada da ejaculação precoce
De todas as famílias e pessoas politicamente corretas, retas!
Não pensar em limites é transgredir
E transgredir é libertar-se.
Essa é a bíblia sagrada
A liberdade das formas
Dos corpos
Das palavras
Dos panos
Dos odores
Dos vícios
Divulguemos, colemos cartazes, faixas, anuncio em latas de coca-cola
E embalagens de cereais...
O messias voltou!
Puro caminho de curvas carnais
Perfume doce, olhos pintados, indefinido, vícios de todos os gostos...
Sim, ele será devolvido a cruz por sua condição!
Mas antes deixara seus escritos a punho...
A alma não tem cor
A alma não tem cheiro
A alma não tem sexo
A alma não tem nada!
Picadeiro dos Destroços
Que é a felicidade
Além de fração de segundo esquecido
Em meio à tenebrosa tempestade de mágoa?
Mais amargo que a lágrima, é o choro etílico,
Daquele que é obrigado a fazer sorrir mesmo debulhando
Em desilusão.
Pobre de mim
E das piadas já tão sem improviso e brilho ofuscado.
E mais pobre daquele que depende da piada alheia
Para poder sorrir e sentir cólica na barriga
E ainda sorrindo e sentindo cólica
Chorar, chorar de tanto rir.
Um Palhaço que se preze pode perder tudo
Seu nariz vermelho
Sua peruca gozada
Sua maquiagem
Sua roupa colorida e remendada
-Meu querido público!
Orgulhosamente...
Um palhaço que se preze pode perder tudo
Menos a ilusão
Menos o poder de sonhar
Menos o achar que tudo poderia ter sido diferente.
Quando palavras otimistas vão sendo apagadas
Uma por uma do vocabulário,
O sorriso ainda que amarelo e sem dentes
É o grande juiz de causa perdida
A causa da vida.
A causa da vida está perdida.
E não tem mais marmelada, goiabada...
O circo não chegou
O circo é a vida
O circo é de horrores
Maquina de tortura
Palavras lascivas.
Ruídos...
Ilusão perdida é pulso cortado.
Além de fração de segundo esquecido
Em meio à tenebrosa tempestade de mágoa?
Mais amargo que a lágrima, é o choro etílico,
Daquele que é obrigado a fazer sorrir mesmo debulhando
Em desilusão.
Pobre de mim
E das piadas já tão sem improviso e brilho ofuscado.
E mais pobre daquele que depende da piada alheia
Para poder sorrir e sentir cólica na barriga
E ainda sorrindo e sentindo cólica
Chorar, chorar de tanto rir.
Um Palhaço que se preze pode perder tudo
Seu nariz vermelho
Sua peruca gozada
Sua maquiagem
Sua roupa colorida e remendada
-Meu querido público!
Orgulhosamente...
Um palhaço que se preze pode perder tudo
Menos a ilusão
Menos o poder de sonhar
Menos o achar que tudo poderia ter sido diferente.
Quando palavras otimistas vão sendo apagadas
Uma por uma do vocabulário,
O sorriso ainda que amarelo e sem dentes
É o grande juiz de causa perdida
A causa da vida.
A causa da vida está perdida.
E não tem mais marmelada, goiabada...
O circo não chegou
O circo é a vida
O circo é de horrores
Maquina de tortura
Palavras lascivas.
Ruídos...
Ilusão perdida é pulso cortado.
terça-feira, 15 de março de 2011
Das Estações
E as primaveras que estão por vir?
(pensava ele no rubro da mocidade)
Nesse vir o vil pensamento se confunde
E empunha ele a mascara fútil das paixões,
Esperando que guardado esteja o ser amado.
E se olhava o homem mascarado pelos espelhos,
Dois espelhos a refletir-se na confusão da
Originalidade que a juventude roga
Como praga.
E vão ficando os anos
Vão indo as primaveras
E vai ficando o ser amado
Coberto de poeira ao longo do caminho
Como a mala que em uma viagem
Foi deixada e pela poeira
Vai tornando-se cada vez mais pesada.
E vão ficando os anos
Vão indo as primaveras
Como nuvens apresadas no céu.
E chegando enfim os invernos sem fim
Arrancando a máscara e quebrando um,
Apenas um dos dois imponentes espelhos:
-Que imagem de feição cansada
E solitária seria essa, meu Deus?
Espectro triste que olha para
Trás perdido no caminho, sem caminho,
Que tenta correr contra o tempo
E soluça na ânsia de encontrar o ser amado
Ainda guardado na mala perdida.
Oh! Ser amado esqueceste de mim!
(pensava ele no rubro da mocidade)
Nesse vir o vil pensamento se confunde
E empunha ele a mascara fútil das paixões,
Esperando que guardado esteja o ser amado.
E se olhava o homem mascarado pelos espelhos,
Dois espelhos a refletir-se na confusão da
Originalidade que a juventude roga
Como praga.
E vão ficando os anos
Vão indo as primaveras
E vai ficando o ser amado
Coberto de poeira ao longo do caminho
Como a mala que em uma viagem
Foi deixada e pela poeira
Vai tornando-se cada vez mais pesada.
E vão ficando os anos
Vão indo as primaveras
Como nuvens apresadas no céu.
E chegando enfim os invernos sem fim
Arrancando a máscara e quebrando um,
Apenas um dos dois imponentes espelhos:
-Que imagem de feição cansada
E solitária seria essa, meu Deus?
Espectro triste que olha para
Trás perdido no caminho, sem caminho,
Que tenta correr contra o tempo
E soluça na ânsia de encontrar o ser amado
Ainda guardado na mala perdida.
Oh! Ser amado esqueceste de mim!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Cama de Rodas
Já se passaram alguns dias e eu ainda estou na cama, quando o sol se põe me odeio por não agüentar mais dormir, dormir poderia ser simples, mas lhes garanto, não é.
Me agito entre os lençóis e ligo a TV, naqueles filmes redentores que dão certa razão aos fatos e que não lembro o nome no dia seguinte, os tais remédios, perda de memória recente também é comigo mesmo. Mais algum tempo, estralo o pescoço e no máximo alcanço a internet e tento me animar em outras vidas, notar como tudo é amplo lá fora, e tão estreito aqui dentro, dentro da minha cabeça, e penso também em como parecemos mais bonitos nas fotos de hoje em dia (já parei para me maravilhar com os avanços tecnológicos, avião no ar, celular).
Passa o tempo, que horas são? Perdi o hábito de olhar no relógio, e ninguém vem me tirar da cama, me dar uma vidinha nova, vida nova como imagino quando vem a euforia... E os tais pensamentos e as vozes... Escondo-me com o travesseiro e aquele medo de criança quando entra uma bruxa (é, uma bruxa, aquelas borboletas enormes e pretas e muito feias que entram e ficam na parede, quietinhas, podendo bater suas asas a qualquer momento, morro de medo daquilo!) dentro de casa.
E os tais pensamentos e as vozes...
-Você é tão vazio, garoto, tão previsível e só me atrapalha, não diz nada além do que quero ouvir e meus dias vão indo comendo as noites e as noites vomitando os dias, dia após dia, seu cavalo branco me incomoda rangendo os dentes e as anfetaminas misturadas com tudo o que sobrou no velho silo, você me incomoda tanto.
-É Papai, está certo, tranque mesmo suas portas, janelas, cadeados e também as gavetas do armário, e esconda as chaves onde eu não as encontre mais, pois estou perdido, ouviu? Escuta, logo outro caixão pela aquela porta, sim Senhor, outra despedida, que pena, não? E tudo ficará assim, como deveria, como o Senhor tanto deseja, sei que é inconsciente, papai! Não lhe culpo de forma alguma, sem falar que quem gosta de produto falsificado, “adultera”do... Não! Tudo original, de primeira qualidade é o que queremos! Yes! E fico realmente sensibilizado com pessoas tão boas quanto o Senhor, por pessoas assim, meu coração dói mais que minhas costas nessa cama-cadeia!
Como diz um conhecido, “vou bem te contar” que eu só queria mesmo um garfo desses bem granfinos, são mais afiados, fincado sem nenhuma dó na palma da minha mão esquerda por algum motivo que fosse meu (a violência me excita tanto, hum...), nunca fui motivo algum se quer arredei o pé de mim mesmo, minha cama hoje é só outro Agora, e repito em bom português: -Não culpo ninguém, relax!
Vamos fazer com que as ovelhas corram enlouquecidas em círculo no pasto como meu espírito na minha pele, pois de mim é o que sobra, pele nos ossos e vaga lembrança.
Pressão, depressão pós-parto.
Toda a vida virou pó (escama de peixe) e é triste ver tudo isso de cima do colchão, “ainda podendo andar sem a mínima vontade de rastejar”.
Não volto para lugar algum, afinal, nunca sai do curral de onde no alto, via o riacho e as ovelhas que corriam enlouquecidas em círculos.
Odeio os grilos, como também odeio a poeira... Rinite e cadeiras de rodas.
Me agito entre os lençóis e ligo a TV, naqueles filmes redentores que dão certa razão aos fatos e que não lembro o nome no dia seguinte, os tais remédios, perda de memória recente também é comigo mesmo. Mais algum tempo, estralo o pescoço e no máximo alcanço a internet e tento me animar em outras vidas, notar como tudo é amplo lá fora, e tão estreito aqui dentro, dentro da minha cabeça, e penso também em como parecemos mais bonitos nas fotos de hoje em dia (já parei para me maravilhar com os avanços tecnológicos, avião no ar, celular).
Passa o tempo, que horas são? Perdi o hábito de olhar no relógio, e ninguém vem me tirar da cama, me dar uma vidinha nova, vida nova como imagino quando vem a euforia... E os tais pensamentos e as vozes... Escondo-me com o travesseiro e aquele medo de criança quando entra uma bruxa (é, uma bruxa, aquelas borboletas enormes e pretas e muito feias que entram e ficam na parede, quietinhas, podendo bater suas asas a qualquer momento, morro de medo daquilo!) dentro de casa.
E os tais pensamentos e as vozes...
-Você é tão vazio, garoto, tão previsível e só me atrapalha, não diz nada além do que quero ouvir e meus dias vão indo comendo as noites e as noites vomitando os dias, dia após dia, seu cavalo branco me incomoda rangendo os dentes e as anfetaminas misturadas com tudo o que sobrou no velho silo, você me incomoda tanto.
-É Papai, está certo, tranque mesmo suas portas, janelas, cadeados e também as gavetas do armário, e esconda as chaves onde eu não as encontre mais, pois estou perdido, ouviu? Escuta, logo outro caixão pela aquela porta, sim Senhor, outra despedida, que pena, não? E tudo ficará assim, como deveria, como o Senhor tanto deseja, sei que é inconsciente, papai! Não lhe culpo de forma alguma, sem falar que quem gosta de produto falsificado, “adultera”do... Não! Tudo original, de primeira qualidade é o que queremos! Yes! E fico realmente sensibilizado com pessoas tão boas quanto o Senhor, por pessoas assim, meu coração dói mais que minhas costas nessa cama-cadeia!
Como diz um conhecido, “vou bem te contar” que eu só queria mesmo um garfo desses bem granfinos, são mais afiados, fincado sem nenhuma dó na palma da minha mão esquerda por algum motivo que fosse meu (a violência me excita tanto, hum...), nunca fui motivo algum se quer arredei o pé de mim mesmo, minha cama hoje é só outro Agora, e repito em bom português: -Não culpo ninguém, relax!
Vamos fazer com que as ovelhas corram enlouquecidas em círculo no pasto como meu espírito na minha pele, pois de mim é o que sobra, pele nos ossos e vaga lembrança.
Pressão, depressão pós-parto.
Toda a vida virou pó (escama de peixe) e é triste ver tudo isso de cima do colchão, “ainda podendo andar sem a mínima vontade de rastejar”.
Não volto para lugar algum, afinal, nunca sai do curral de onde no alto, via o riacho e as ovelhas que corriam enlouquecidas em círculos.
Odeio os grilos, como também odeio a poeira... Rinite e cadeiras de rodas.
Assinar:
Postagens (Atom)
