Não diga que não tentei mudar seu mundo
Por outro lado, como poderia?
Se não sei trocar minha própria cueca
eu tinha planejado um caminho para nós
Por outro lado, nunca fui bom em exatas
Você não sabia disso, não é?
Agora levante seu traseiro arrogante
do meu sofá, conseguiu cansar minha mente
com seu silêncio medíocre
Abra a porta que tranquei pensando em nós
não vai encontrar mais pedaços do meu coração.
Você se lembra,
Eu subi no palco por você
Ouvi conselhos de cazuza por você
Por você, ressuscitei neurônios mortos
Poderia até ter ficado doente na chuva fria...
Por você!
É tempo de voltar para seu exílio, monstro
Vou continuar vivendo
Não desperdiço, ainda, o resto de juventude
Com lendas submarinas
Não vou mais falar de rainhas destronadas
...Tenho livros na estante.
Volte para o lago estranho de onde te tirei
Não congelei seu coração
Não sou eu quem vai conseguir aquecê-lo
Volte para as trivialidades
Seus vultos humanos virtuais
Sou feito de carne e ela sangra.
minha cabeça dói tanto
Você não disse em nenhum momento
Para que veio
Nem se quer sabe quando a febre começou
Agora, a luz se apaga
Isso não é nada erótico, não é mesmo?
Volte seguindo suas pegadas jurássicas
Tão bem fixadas
Isso você fez tão bem
Como viver uma lenda
Pelo menos...
Desvendei o mistério do Monstro de Loch Ness.
sábado, 28 de abril de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)

